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CD “Fado Mundo” é um projeto dos músicos André Santos e Hugo Edgar, que junta onze vozes femininas, entre as quais Alice Pires, e tem por lema “partir do fado tradicional para o mundo”, explicou o editor discográfico, cita o DN.

“A ideia é partir do fado tradicional para o mundo, ou seja, apresentar as melodias tradicionais com novos arranjos", sobretudo "de linguagens de géneros próximos do fado, como o tango ou o flamenco”, explicou à agência Lusa, o editor discográfico Samuel Lopes.

Por outro lado, realçou, “este disco caracteriza-se pelo papel solista que os instrumentos protagonizam, a par com a voz”. O CD, editado pela Seven Muses, é constituído por 13 faixas, duas delas instrumentais, interpretadas por André Santos (guitarra clássica) e Hugo Edgar (guitarra portuguesa), “La Partita”, uma valsa chilena de autoria de Carlos Bonnet, e “Sonata ao Chiado Antigo”, de Thilo Krasmann.

Os dois músicos acompanham todas as fadistas, assim como o contrabaixista Óscar Torres e, em dois temas, “Cansaço”, por Sandra Correia, e “Na Boca de Toda a Gente”, por Linda Leonardo, pelo percussionista Carlos Mil-Homens. “A ideia foi atribuir uma componente instrumental mais requintada ao universo musical fadista, tendo nós escolhido, essencialmente, os de melodias tradicionais”, explicou.

O CD inclui, entre outros, os fados tradicionais "Sevilha", "Cravo", "Daniel", "Jaime", "Lopes" ou "Pedro Rodrigues".

A opção por dar mais protagonismo ao instrumentista “leva, assim, o fado para uma abordagem mais na esfera da música de câmara, em que cada elemento contribui com a mesma importância para o resultado final”. Samuel Lopes realçou à Lusa o facto de as fadistas fazerem uma interpretação “no âmbito dos cânones tradicionais, permitindo uma melhor interação com as novas abordagens propostas pelos arranjadores”, que são os músicos André Santos e Hugo Edgar.

As onze intérpretes representam, segundo o editor, três gerações fadistas: Catarina Rosa, Cristina Clara, Joana Melo e Sofia Ferreira, que se estreia neste CD, representam a geração “mais jovem”, enquanto Ana Laíns, Carla Pires, Diamantina, Célia Leiria e Sandra Correia, “uma geração intermédia”, e Linda Leonardo e Alice Pires, a “mais antiga”.

Linda Leonardo interpreta um poema de Tiago Torres da Silva, “Na Boca de Toda a Gente”, na música do Fado Daniel, de Daniel Gouveia, e Alice Pires, “Lamentos”, um poema de Domingos Gonçalves musicado por Max.

A estreante Sofia Ferreira interpreta um poema de António Rocha, “Momento Veloz”, musicado por Arménio de Melo. O CD abre com o Fado Tango, de Joaquim Campos, “Cansaço”, um poema de Luís Macedo, interpretado por Sandra Correia, uma criação de Amália Rodrigues.

Do alinhamento fazem parte, entre outros, “Beijo de Amora” (Mário Rainho/Fado Cravo, de Alfredo Marceneiro), por Catarina Rosa, “Amar não é Pecado” (Moita Girão/Fado Pedro Rodrigues, de P. Rodrigues), por Carla Pires, e “Hora do Levante” (António da Silva Rodrigues/Fado Sevilha, de Jaime Santos), por Ana Laíns.

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A última visita guiada de 2017 às Ruínas de Troia realiza-se no dia 31 às 11:00 e “focará aquilo que torna este sítio arqueológico único: a história da produção de 'garum' [pasta feita das vísceras de atum ou cavala, misturadas com outros peixes]”, anunciou a arqueóloga Filipa Santos.

“A investigação já permitiu concluir que “Achale”, provável nome romano de Troia, foi o maior centro industrial romano especializado nesta produção”, disse Filipa Santos.

A visita será orientada pela arqueóloga Ana Patrícia Magalhães.

As ruínas romanas de Tróia são um dos sítios piloto do o projecto europeu “Storm”, e que foi a única investigação portuguesa apresentada, pela arqueóloga Patrícia Brum, na assembleia-geral do Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios (ICOMOS), que decorreu entre os dias 10 e 15 deste mês em Nova Deli.

O “Storm” é um projecto de três anos iniciado em junho do ano passado, cujo objectivo é “desenvolver um conjunto de modelos de previsão e de métodos não destrutivos e não invasivos de diagnóstico para previsão de alterações climáticas e revelando ameaças e condições que possam danificar o património cultural”, explicou à agência Lusa a arqueóloga Patrícia Brum.

“Trata-se de um tema muito pertinente e atual, dado que muitas vezes nos esquecemos que as alterações climáticas afetam não apenas as pessoas, mas também o seu importante património cultural, e cujos efeitos e estragos provocados pelas alterações climáticas são raramente tidos em conta”, acrescentou a responsável.

Foto: Troia Resort/FMS

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