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O culto de Santo António de Lisboa, em Portugal e no Brasil, é tema de um colóquio em Lisboa, de quarta, dia 31 de maio, até sexta-feira, reunindo especialistas em diferentes áreas da História à Antropologia.
O colóquio sobre o Santo que “ocupa um lugar muito especial no seio da religiosidade popular” inclui a exibição de um documentário, palestras e concertos, segundo comunicado do Museu de Lisboa, que tem no Museu Antoniano, junto à basílica de evocação do santo, um dos seus núcleos.
“Com a organização deste colóquio o Museu de Lisboa dá mais um passo para a criação do anunciado Centro de Estudos e de Investigação dedicados à vida, obra e culto a Santo António, tendo em vista a dinamização, a promoção de estudos e a divulgação do rico e vasto património material e imaterial relacionado com Santo António”, lê-se no mesmo comunicado.
Os documentários “Oriximiná de Santo Antônio”, de Daniel Paiva, e “O Milagre de Santo António”, de Sergei Loznitsa, abrem na quarta-feira, às 18:30, o colóquio, no Cinema S. Jorge, em Lisboa.
A sala da avenida da Liberdade é o cenário do primeiro dia do colóquio, que conta com a participação, entre outros, dos antropólogos Cyril Isnart, do Centre National de la Recherche Scientifique, de França, Graça Índias Cordeiro, do ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa, e de Marina de Mello e Souza, da Universidade de São Paulo.
Na quinta e sexta-feira, o colóquio decorre no auditório da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA), na avenida da Índia, também em Lisboa.
Cyril Isnart, segundo a mesma fonte, tem feito os seus estudos sobre o turismo e a devoção na igreja de Santo António, em Lisboa, enquanto Graça Índias Cordeiro tem investigado a festa de Santo António, em Boston, nos Estados Unidos, no contexto da diáspora portuguesa, e Aurélio Rosa Lopes, tem investigado a tradição popular do santo como “casamenteiro”.
O debate inclui a participação de Léa Freitas Perez e Marcos da Costa Martins, da Universidade Federal de Minas Gerais, do Brasil, e ainda do franciscano Francisco van der Poel, que irão refletir sobre a confluência de rituais do catolicismo popular português com o sincretismo africano que influenciou a devoção a Santo António no Brasil.
No Brasil, Santo António é identificado, nas tradicionais religiões africanas, praticadas naquele país, como o “orixá Ogum”.
A abordagem da carreira militar de Santo António, com um posto tenente-coronel do Exército português, será feita pelo coronel Ribeiro de Faria e do investigador Augusto Moutinho Borges.
Paulo Mendes Pinto, especialista em Ciências das Religiões da Universidade Lusófona, o escritor Ruy Ventura e Manuel J. Gandra, investigador da cultura simbólica tradicional, são outros dos participantes neste colóquio.
António Eça de Queiroz, autor de uma biografia do de Santo António (1190-1231), um dos doutores da Igreja Católica, aponta-o como “um homem avançado para o seu tempo, um renascentista, um ser fabuloso, pelos seus discursos, sermões, atos e até por algumas coisas que conseguiu dos políticos da época”.
Batizado Fernando Martim de Bulhões, filho segundo, para quem o pai destinava uma carreira militar, tomou o nome de António quando decidiu entrar para a vida religiosa, por influência de um tio, cónego regrante de S. Vicente, e que foi seu professor.
O programa suplementar do colóquio inclui o espetáculo “Trezena a Santo António” e uma visita à Lisboa de Santo António, “revelando as marcas da presença do santo na cidade”.

Foto: DR/FMS

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Marta Pereira da Costa afirmou que é no espetáculo na próxima quarta-feira, no Teatro Tivoli, em Lisboa, que vai “ter de provar tudo”, depois do "bom acolhimento" que teve do álbum de estreia.

Relativamente ao concerto, em declarações à agência Lusa, Marta Pereira da Costa afirmou: “Estou com muita expectativa, muito ansiosa, aqui é que vou ter de provar tudo, ao vivo, porque até aqui tenho feito pequenos concertos, e este é numa grande sala, de grande responsabilidade”.
A guitarrista atua quarta-feira num concerto que conta com Rui Veloso, Dulce Pontes, Helder Moutinho, Pedro Jóia, e Tara Tiba, como convidados especiais.
“A ideia é a guitarra portuguesa ser o elemento central e que une diversos géneros musicais, e perceber isso, que a guitarra os pode ligar a todos num diálogo de sonoridades”, cita Notícias ao Minuto.
No palco da avenida da Liberdade, onde recentemente acompanhou Dulce Pontes, Marta Pereira da Costa afirmou que irá apresentar essencialmente o seu primeiro álbum a solo, do qual faz “uma balanço muito positivo”.
A música afirmou que “estava com algum receio da reação das pessoas, tanto dos colegas” como do público em geral, “por ser um disco do que não é esperado num disco de guitarra portuguesa, mas o balanço é extremamente positivo”.
“Comecei a aperceber-me disso mesmo com as vendas, que correram muito bem, e depois os comentários e as reações que me foram chegando, tanto de colegas como até de músicos estrangeiros”, acrescentou.
Em vésperas de subir ao palco do TivoliBBVA, a guitarrista afirmou que está a “sentir essa responsabilidade e essa pressão”.
“Mas estou com imensa vontade de mostrar ao máximo de pessoas possível não só aquilo que fiz no disco, e aquilo que tenho vindo a fazer, pois tenho temas que já estou habituada a tocar, e tenho algumas surpresas”, afirmou a guitarrista, sem desvendar quais.
“Terra”, “Movimento”, “Minh’Alma”, “Viagem”, são alguns dos temas que constam do alinhamento que vai apresentar no palco do TivoliBBVA.
Com cada um dos convidados a guitarrista vai tocar dois temas: com Dulce Pontes um deles, intitulado “É ele que me canta a mim”, com Rui Veloso será “Casa Encantada”, com Pedro Jóia “Ícaro”, e “Moon” com a cantora Tara Tiba, cantora iraniana, que reside na Austrália, e que está impedida de cantar no seu país. Tara Tiba, adiantou a guitarrista, tem previsto gravar um fado no seu próximo disco.

Foto: Cultureforfriends/FMS

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