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Teresa Siqueira passa em revista 30 anos de carreira, na sexta-feira, dia 03 de fevereiro, no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, no âmbito do projeto “Há Fado no Cais”, uma parceria desta fundação com o Museu do Fado.

Em declarações à Lusa, sublinhando ter uma “carreira atípica”, a fadista afirmou que “este será provavelmente” o seu primeiro espetáculo a solo, num palco, e para o qual reserva “algumas surpresas”.
“Vai ser um espetáculo que é a minha vida através dos fados que vou cantando”, disse a criadora de "Rouba Ao Vento A Liberdade", referindo que sempre tem interpretado exclusivamente fados tradicionais e irá recuperar alguns do início da sua carreira, gravados para a então etiqueta discográfica Alvorada, designadamente “Contradição” e “Fado da Minha Morte”, poemas que foram escritos propositadamente para si.
Do alinhamento que apresentará no pequeno auditório do CCB constará também, entre outros, “Recado a Lisboa”, um dos primeiros fados que cantou.
A fadista referiu que começou a cantar em casa, pelos 15 anos: “Sempre tive essa intuição, o meu pai cantava e o meu avô achava graça de me ouvir cantar, tanto que até me punha a cantar ao telefone para os amigos”.
A tradição musical da família prossegue com os filhos, a fadista Carminho e o cantor Francisco Rebelo de Andrade, que em 2009 concorreu ao Festival RTP da canção com o tema “Voar é Ver”.
Teresa Siqueira afirmou: “Profissionalmente, canto há 30 anos, mas tenho uma carreira atípica, foi sempre um bocadinho aos soluços, estive parada uns 10 anos, quando vivi no Algarve, os espetáculos que tinha eram quase sempre de beneficência, para os bombeiros ou para obras numa igreja, depois retomei, e estive à frente do Embuçado [em Lisboa] durante 12 anos”.
Entre outras casas de fado, cantou também no Senhor Vinho, casa onde pontificam a fadista Maria da Fé e o poeta José Luís Gordo.
Além dos EP gravados para a etiqueta Alvorada, Teresa Siqueira gravou o álbum “Fado Antigo” em 1990, foi incluída na série “Fados do Fado”, editada em 1998 pela Movieplay Portuguesa, e tem projetos para voltar a entrar em estúdio e gravar um novo álbum, “a seu tempo e com calma”.
No palco do CCB, a fadista vai ser acompanhada pelos músicos Pedro Castro, na guitarra portuguesa, André Ramos, à viola, e José Marino de Freitas, na viola baixo.
“Uma carreira atípica, mas é gratificante saber que o público lembra-se de mim e sabe quem eu sou, e, parece, que a sala do CCB esgotou, o que me deixou muito contente”, rematou a intérprete.

Foto: Museu do Fado/FMS

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