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Concertos de Ano Novo em várias salas do país, de Lisboa ao Funchal, passando por Setúbal ou Figueira Foz, dão as boas vindas a 2017. 

A Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML), sob a direção do maestro Sebastian Pernowski, realiza, a partir de hoje, quatro concertos de Ano Novo, com a estreia uma peça de Janusz Bielecki, apresentando-se em Lisboa, Almada, Porto e Barreiro.
“A receita é de requinte. Junta-se a sedução das valsas à determinação das marchas, pontua-se com a fogosidade das polcas e tudo se mistura nos ocultos sortilégios de um mago da boa-disposição”, afirma a OML em comunicado.
Hoje às 17:00, a OML toca no grande auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, na quarta-feira, às 21:00, no Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada, na próxima sexta-feira às 21:30, no Coliseu do Porto, e, finalmente, no dia 08, às 16:00, no Auditório Municipal Augusto Cabrita, no Barreiro, no distrito de Setúbal.
Do compositor polaco Janusz Bielecki é estreada, nesta série de concertos, a peça “Metamorfoses”, com arranjos de I.Boczek, sendo ainda tocada a peça "Paráfrases", também de Bielecki, com arranjos de Boczek.
Janusz Bielecki é um compositor polaco cujas peças foram apresentadas em salas como a do Palau de la Música Catalana, em Barcelona, a Großer Saal do Musikverein, em Viena, ou na Ópera de Sydney, na Austrália.
Este ano o compositor editou o álbum "Piano Impressions", no qual interpreta peças para piano de sua autoria.
O programa dos concertos da OML inclui ainda a abertura da ópera “Guilherme Tell”, de Gioachino Rossini, várias valsas de Johann Strauss, filho, e ainda a abertura da ópera “Ruslan e Ludmilla”, de Mikhail Glinka.
O maestro polaco Sebastian Pernowski foi finalista do Concurso Internacional para Jovens Maestros que se realizou em 2012 em Lisboa.
Pernowski é licenciado em Composição e Direção Sinfónica e Orquestral na Academia de Música de Katowice, na Polónia. Entre as várias distinções que recebeu, refira-se a nomeação do público e da crítica para o Prémio de Melhor Maestro dos últimos cinco anos da Ópera de Cracóvia, na Polónia, e a nomeação para o Prémio de Direção do Festival de Salzburgo. Atualmente é vice-diretor artístico da Ópera de Poznan, na Polónia.
A Orquestra Clássica da Madeira, sob a direção do maestro Luís Andrade, apresenta o concerto de Ano Novo, hoje em duas sessões, no Teatro Municipal Baltazar Dias, no Funchal.
“O programa reúne as tradicionais polcas e valsas da família Strauss”, afirma a Associação Notas e Sinfonias Atlânticas (ANSA), acrescentando que “por forma a ser mais abrangente realizar-se-ão duas sessões, pelas 18:00 e pelas 21:30”.
A chamada “Dinastia Strauss” é composta pelos compositores Johann Strauss (1804-1849), avô, autor da Marcha Radeyzky, Johann Strauss (1825-1899) pai, conhecido como o “rei das valsas”, que compôs “Danúbio Azul”, e Johann Strauss (1866-1939), neto, filho de Eduard Strauss, irmão de Johann, e que foi também compositor.
Luís Andrade nasceu há 37 anos na ilha da Madeira, começou a estudar violino com a mãe, aos quatro anos, e aos sete, violoncelo com Agostinho Henriques no Conservatório de Música da Madeira.
Em 1995 foi para Kiev estudar violoncelo com V. Tchervov tendo-se graduado com distinção em 2001. Entre 2000 e 2004 estudou violoncelo com Alexander Petrasch no Conservatório de Maastricht, na Holanda, que também terminou com distinção. Em 2003 Luís Andrade graduou-se em direção de orquestra pela Academia Nacional da Ucrânia, tendo estudado com E. Duchenko e a partir de 2004 estudou em Maastricht com Jan Stulen, onde, em julho de 2010, terminou o mestrado em direção de orquestra com Enrico Delamboye. Desde agosto de 2010, Luís Andrade é membro efetivo da The Netherlands Symphony Orchestra na qualidade de violoncelista, que concilia com a sua carreira de maestro.
O Coro de Câmara de Lisboa, sob a direção da maestrina Teresita Gutierrez Marques, protagoniza, no dia 07 de janeiro, às 16:00, no átrio da Biblioteca Nacional de Portugal, em Lisboa, o concerto de Ano Novo.
Segundo a mesma fonte, o programa do concerto é constituído, entre outras, pelas peças “Lirum, Lirum”, de Thomas Morley, “Carol of the bells”, de M. Leontovich, “Drummer Boy”, de H. Simeone, "Niño Lindo”, harmonizada por Alberto Grau, e “Deus lhe dê cá boas noites”, harmonizada por Fernando Lopes-Graça.
O Coro de Câmara de Lisboa, formado em 1978 por Teresita Gutierrez Marques, é composto por 20 músicos, que interpreta, a cappella ou em colaboração com formações instrumentais, obras portuguesas e estrangeiras, do Renascimento à atualidade, tendo sido “responsável por um número significativo de estreias mundiais”.
Na Figueira da Foz, a Orquestra Nacional de Jovens, sob a direção do maestro Cristiano Silva, protagoniza, no dia 07 de janeiro, às 21:30, o concerto de Ano Novo, no Centro de Artes e Espectáculos.
O concerto, que conta com o duo 4teto dos três irmãos Pedro e Paulo, tem programada a estreia de “Sinfonia Desconcertante (Música e humor com seriedade)”.
Este é “o mote para um concerto de ano novo fora do comum, onde serão criados momentos únicos de interação altamente surpreendentes com o público”, afirma a sala figueirense.

Foto: OML/FMS

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