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Duarte esgotou, em 24 horas, o espetáculo do próximo dia 20, na sala do Théâtre de la Ville, em Paris, onde apresenta o seu mais recente álbum, “Sem dor nem piedade”, disse à Lusa fonte da sala francesa, noticiou o Porto Canal.

"Os bilhetes foram ontem colocados à venda e hoje a sala encontra-se absolutamente esgotada", disse à Lusa fonte da sala parisiense, que se referiu a Duarte como "um fadista sensação, que está a despertar grande interesse"
A atuação em Paris faz parte de uma digressão por França, durante a qual Duarte vai editar o álbum neste país, e gravar um 'videoclip'.
Duarte já pisou o palco do Théâtre de la Ville, no espetáculo de abertura do festival Chantiers d'Europe de 2013, no qual musicou e interpretou um poema de Fernando Pessoa. Em dezembro de 2014, de 08 a 14, o fadista cumpriu uma temporada no Théâtre Vingtième, em Paris, que recebeu elogios da crítica especializada.

 

 Duarte no Théâtre Vingtième


Duarte regressa no próximo dia 20 ao palco de La Ville, para apresentar o CD “Sem dor nem piedade. Fados para uma relação acabada em quatro atos”, editado no ano passado, que foi produzido pelo músico Carlos Manuel Proença.
O álbum é constituído por 14 temas, quase todos fados tradicionais, como o Fado dos Sonhos, o Menor em Versículo e o Fado Cravo, e apenas uma música original de autoria de Tozé Brito. Os poemas são todos de autoria de Duarte, à exceção de “Sete Esperanças, Sete Dias”, que é de Manuel Andrade.
Depois da capital francesa, o criador de “Évora doce” atua no dia seguinte no Théâtre La Curroie, em Entraigues-sur-la-Sorgue, próximo de Avignon, no sudeste de França.
Nestes dois espetáculos, o fadista é acompanhado por Pedro Amendoeira, na guitarra portuguesa, e Rogério Ferreira, na viola.
Duarte, que iniciou carreira em 2004, recebeu o Prémio Amália Rodrigues Revelação, em 2006.
Natural de Évora, Duarte, de 34 anos, fez parte da Tuna Académica da universidade local, de 1998 a 2003. Em 2004, com 23 anos, editou o primeiro álbum, “Fados meus”, e, em 2006, recebeu o Prémio Amália Revelação.
Nesse mesmo ano, editou o tema “Dizem que o meu fado é triste”, que faz parte do CD antológico “Fados do Porto”, inserido na coleção celebrativa “100 anos do fado”. Em 2009 revelou o segundo álbum, "Aquelas coisas da gente”.
No próximo dia 27, Duarte sobe ao palco do Centro Cultural do Redondo, no Alto Alentejo.

Fotos: FMS

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Nova edição de Charles Aznavour, de 91 anos - DVD, CD e “blu ray” -, regista a sua atuação em setembro do ano passado no Palácio dos Desportos, em Paris.

“Aznavour Live – Palais des sports 2015” é o título da edição que regista a série de seis concertos, todos esgotados, que o cantor francês deu em setembro último, e nos quais interpretou alguns dos seus êxitos como “La bohéme” e "Emmenez-moi".
Do alinhamento, num total e 20 temas, constam canções como “Les émigrants”, “Paris au mois d’aout”, “Mourir d’aimer”, “Mes emmerdes”, “Il faut savoir”, “Hier encore”, entre outros êxitos de uma carreira em que se cruzou com Edith Piaf, Charles Trenet, Liza Minnelli, Frank Sinatra e Amália Rodrigues, entre outros.
Em maio do ano de 2014, o cantor, celebrando o seu 90.º aniversário, além de várias atuações em França e além-fronteiras, gravou o álbum de originais intitulado “Encores”.
O cantor de origem arménia, nasceu em Paris, a 22 de maio de 1924, e foi batizado Shahnour Varinag Aznavourian, mais tarde adotou o nome artístico de Charles Aznavour. O jovem Shahnour nasceu numa família de artistas, o pai era barítono e a mãe atriz.
No final da década de 1930, Charles de Aznavour vendia jornais na rua, e deu os primeiros passos no meio artístico ao atuar no Club de la Chanson, onde conheceu o pianista e compositor Pierre Roche, que compôs para si, e em 1946, travou conhecimento com os cantores Edith Piaf e Charles Trenet, de quem era fã.
Piaf apadrinhou a carreira do jovem cantor e abriu-lhe as portas do mercado artístico dos Estados Unidos, onde atuaram com grande sucesso, tendo regressando a França, em 1952.

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Charles Aznavour compôs “Aie mourrir pour toi” para Amália Rodrigues, e, em 2008, quando atuou em Lisboa, no Pavilhão Atlântico, atual Meo Arena, recebeu a Medalha de Honra da Sociedade Portuguesa de AutoresEm 2007 gravou com a cabo-verdiana Mayra Andrade a canção “Je danse avec l'amour”.

Com uma carreira de perto de 70 anos, como cantor, ator e compositor, Aznavour escreveu mais de mil canções em francês, inglês, italiano, espanhol e alemão, e vendeu mais de 100 milhões de discos.
Em 1997, a França reconheceu o seu papel na história da canção francesa, distinguindo-o com o grau de Oficial da Legião de Honra.
Aznavour é embaixador permanente da UNESCO, e o Estado da Arménia concedeu-lhe, em 2008, a nacionalidade arménia. Anteriormente o cantor tinha recebido a Ordem da Pátria, a mais alta condecoração da antiga República soviética e uma das praças da capital tem o seu nome.

Foto:vestnikkavkaza.net/FMS

 

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