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Palácios e Casas Senhoriais de Portugal.jpg

 

A obra “Palácios e casas senhoriais de Portugal”, de Diana do Cadaval, é, segundo a autora, uma viagem por Portugal, “com sentido de observação”, “um destino imperdível” traduzido em 62 casas que a “deslumbram”.

Entre os 62 palácios e casas escolhidos, estão os de Santos e de Palhavã, em Lisboa, da Pena, da Vila, de Monserrate e de Seteais, em Sintra, Calheiros, em Ponte de Lima, a Casa de Mateus, em Vila Real, e as quintas do Vesúvio, em Vila Nova de Foz Côa, e da Torre, em Azeitão.
Sobre a escolha feita, afirma a duquesa de Cadaval que optou “por aqueles palácios e casas que são incontornáveis no património português”.
“Também por aqueles que me trazem memórias de infância, recordações de momentos vividos com a minha família ou amigos, por aqueles que se encontram na minha família há várias gerações, ou por aqueles que, na minha perceção, considero destino obrigatório para quem vive ou passeia neste país”, acrescenta.
O Palácio Cadaval, um dos referidos no livro, está na posse da família da autora “há mais de 600 anos”. Diana do Cadaval afirma que foi este palácio, no centro histórico de Évora, com vista para o templo romano de Diana, que a inspirou a escrever esta obra.
“Alertou-me para o facto de ser mais do que um prazer, mas sim uma obrigação, falar sobre aqueles que para mim são os mais belos palácios e casas senhoriais de Portugal”, escreve a autora, esclarecendo que não é historiadora nem especialista em património, mas pretende deste modo alertar para um património “tantas vezes esquecido” e até em alguns casos “deixado ao abandono”. Daí elogiar quando estas vetustas casas, que “passaram várias gerações de ilustres donos”, são transformadas em museus ou hotéis.
Realça Diana do Cadaval a importância da conservação, de cada um destes edifícios, como um “exemplo de perseverança, bom gosto e respeito pela tradição”.
“Para cada palácio e casa fiz uma pesquisa exaustiva que me permitiu conhecer não só a sua arquitetura, mas também quem ali viveu e conferiu alma aqueles lugares, ou as lendas que os povoam”, explica Diana do Cadaval que sobre cada edifício sintetiza a história “de forma a informar e seduzir o leitor”, mas reconhece que muitas das casas tratadas nesta obra “mereciam um livro exclusivo”.
Entre os 62 edifícios históricos que aborda, Diana do Cadaval salienta o Palácio da Ajuda, em Lisboa, muito ligado à Rainha Maria Pia, sobre a qual escreveu uma biografia romanceada, assim como o Palácio das Necessidades, ligado à morte de D. Pedro V e à partida de D. Manuel II, onde “está cravada no espelho de uma das salas uma bala disparada pelos republicanos”, em 1910, e ainda o dos duques de Bragança, em Vila Viçosa, relacionado com a Restauração de 1640, o Paço de Calheiros, em Ponte de Lima, e a Casa de Água dos Peixes, no Alvito, “que não se destacam apenas pela arquitetura imponente, mas também pela sua história [e as] histórias de pessoas que construíram e deram alma a estes lugares mágicos”, atesta.
Diana do Cadaval já editou três biografias romanceadas de Rainhas de Portugal: Maria Pia, Maria Francisca de Saboia e Mafalda de Saboia.

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CARTAZ_27 GALA DOS PEQUENOS CANTORES.JPG

 

A 27.ª Gala Internacional dos Pequenos Cantores da Figueira da Foz realiza-se no domingo, dia 26, com 14 participantes de seis países europeus, a maioria portugueses ou residentes em Portugal.
A Gala, que decorreu ininterruptamente durante 24 edições, entre 1979 e 2002, teve Israel como primeiro vencedor absoluto (num evento em que participaram crianças de Inglaterra, Polónia, Bulgária, das ex-Jugoslávia e ex-União Soviética). Também ganharam o concurso pequenos cantores portugueses e do Brasil, São Tomé e Príncipe ou do território de Macau, entre outros.
A Gala foi retomada em 2013 e, este ano, concorrem crianças entre os 06 e os 10 anos: nove concorrentes são portugueses (da Figueira da Foz, Seixal, Almada, Coimbra, da Madeira e Açores), entre os quais o único rapaz a concurso.
Três das cinco concorrentes estrangeiras residem em Portugal - uma menina austríaca em Lisboa, uma romena que nasceu em Faro e outra, ucraniana, nascida e residente na Amadora - e as restantes são oriundas da Eslováquia e Estónia.
Questionado pela Lusa sobre o porquê dos concorrentes estrangeiros serem todos oriundos de países do centro e leste da Europa, o vereador com o pelouro da Cultura, António Tavares, esclareceu que os convites são enviados para embaixadas e associações de imigrantes, confirmando que a "maioria" dos participantes estrangeiros reside, efetivamente, em Portugal, noticou a RTP.

Lista de Participantes Gala.JPG

 

Por outro lado, ao contrário do que sucedia nas primeiras edições, em que os participantes estrangeiros passavam cerca de uma semana na Figueira da Foz, antes da Gala, em atividades ligadas à música mas também cumprindo um programa de visitas à cidade e concelho, atualmente esse programa está reduzido a dois dias e é ocupado maioritariamente por ensaios para o espetáculo marcado para as 21:00 de domingo, no Centro de Artes e Espetáculos.
Fonte da autarquia disse que as crianças vão ter um "momento de convívio" na piscina de uma unidade hoteleira da cidade e um circuito de autocarro com passagem "confirmada" pelas praias e Núcleo Museológico do Sal "e outros pontos de interesse, dependentes da disponibilidade de tempo".

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