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A Câmara de Serpa e a Turismo do Alentejo vão implementar e gerir o plano de salvaguarda do Cante Alentejano, Património da Humanidade, que incluirá vários projetos como a criação do Museu do Cante.

O município e a Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo e Ribatejo, que foram as promotoras da candidatura do cante alentejano a Património Cultural Imaterial da Humanidade, assinaram já um protocolo para a implementação e a gestão do plano de salvaguarda.
"O protocolo tem como objetivo definir uma estratégia para cumprir o plano de salvaguarda" do cante alentejano, que fez parte da candidatura a Património da Humanidade e inclui "orientações genéricas", explicou à agência Lusa o presidente da Câmara de Serpa, Tomé Pires, citado pelo Diário Digital.
Para definir a estratégia de implementação do plano, a autarquia e a ERT querem envolver todas as entidades, principalmente os grupos corais alentejanos, que "podem desenvolver projetos" para salvaguardar, valorizar, promover e transmitir às novas gerações o cante alentejano, afirmou.
A estratégia de implementação do plano, a qual está a ser trabalhada, é "um documento em aberto" e irá dar "indicações mais precisas" sobre que projetos estão a ser ou serão desenvolvidos para salvaguardar, valorizar, promover e transmitir às novas gerações o cante alentejano.
"A ideia é gerir o processo com regras definidas para que, quando tivermos de responder" junto da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), que atribui a classificação, "termos as informações sobre tudo o que se está a fazer no âmbito do plano de salvaguarda do cante alentejano", disse o autarca.
No caso de Serpa, a câmara já está a trabalhar no projeto de criação do Museu do Cante e numa iniciativa que irá decorrer no último fim de semana de novembro deste ano para assinalar um ano da classificação do cante alentejano como Património Cultural Imaterial da Humanidade, adiantou Tomé Pires.
Por outro lado, frisou, "há muitos municípios e grupos corais alentejanos que já estão a desenvolver projetos que se enquadram na estratégia do plano de salvaguarda", como os de ensino de cante alentejano nas escolas.
O cante alentejano, um canto coletivo, sem recurso a instrumentos e que incorpora música e poesia, foi classificado, a 27 de novembro de 2014, como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

Foto: VozdaPlanicíe/FMS

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A diretora artística do Teatro Municipal S. Luiz (TMSL), em Lisboa, Aida Tavares, realçou na apresentação da programação para 2105/16, o projeto de internacionalização do teatro, que integrará uma rede europeia, segundo o Notícias ao Minuto.

“O eixo principal é um projeto de internacionalização, que tem duas vertentes essenciais - uma é a programação internacional, que chegará ao S. Luiz, e a outra, um investimento enorme, nosso, na internacionalização de artistas portugueses”, disse Aida Tavares.
Os artistas escolhidos, nos quais o TMSL vai apostar, são a fadista Gisela João, a banda Noiserv e o projeto Hamlet - Mala Voadora, que se apresentarão na capital francesa. O Teatro Praga, Victor Hugo Pontes e os Noiserv também serão programados na Rede Europeia.
Este projeto internacional está ligado a uma rede europeia liderada pelo Théâtre de la Ville, em Paris, que se candidatará, em outubro, ao programa europeu “Europa Criativa”.
Além do S. Luiz e da sala parisiense, fazem parte da rede o Festival Short Theater e o Teatro di Roma, em Itália, o Festival Dance Umbrella, de Londres, o TR Warszawa, de Varsóvia, Polónia, o Festival de Teatro de Istambul e a Istambul Foundation for Culture and Arts, da Turquia, o Teatro Stadsschowburg, de Amesterdão, a Dansen Hus, de Estocolmo, o Centro Cultural de Atenas e a Fundação Onassis, da Grécia, o Teatro Nacional da Croácia, em Zagreb, o Mess Fesival, em Sarajevo, e o Gorki Theater, em Berlim.
Aida Tavares advertiu que o eixo da internacionalização “será mais visível em 2016/17”, no cartaz do S. Luiz.
Quanto à programação para 2015/16, a iniciar a 09 de setembro, há uma aposta clara no teatro, com 21 peças, sete delas encenadas por mulheres, e com sete encenadores em estreia no TMSL.
A primeira peça a subir à cena, de 17 a 27 de setembro, é “O contrabaixo”, de Patrick Suskind, com encenação de António Mercado.
Quanto à música, registam-se 17 projetos, entre eles, a participação de Capicua, em concertos ao fim da tarde, numa encomenda do próprio teatro. Entre outros, mantém-se a Festa do Jazz, o projeto “Fados e tudo”, que se estreia este mês com Aldina Duarte e a Gala do Prémio Amália, acolhendo ainda a Grande Noite do Fado da Freguesia de Santa Maria Maior. O programa musical prevê ainda a celebração dos 70 anos de carreira de Celeste Rodrigues.
Aida Tavares aproveitou para apresentar os eixos em que assentará a programação nos próximos quatro anos do seu mandato: maior incidência nos espetáculos de teatro e na produção nacional, mais espetáculos de música e o projeto de internacionalização.
A responsável realçou que, desde o ano passado, o teatro ganhou o espaço da sala-estúdio Mário Viegas, com 90 lugares, e apostou num novo público alvo, as crianças.
A responsável fez um balanço positivo do ano passado, que qualificou como “difícil”, mas que registou uma recuperação de espetadores e aumento de receita.
Em 2014, o TMSL registou 109 espetáculos - menos 83 do que em 2013 -, mas mais 27 sessões realizadas: 302, em 2013, e 329, em 2014.
Em termos de público, regista-se uma curva ascendente de 2013 para 2014, ano em que 63.535 pessoas assistiram a espetáculos nos três espaços do S. Luiz – sala principal, jardim de inverno e sala-estúdio Mário Viegas – o que traduz um aumento de 14.805 espetadores.
Os números de 2014 aproximaram-se do recorde de 65.459 pessoas, registado em 2010.
A receita de bilheteira, em 2014, rondou os 300 mil euros, um crescimento próximo de 35%, relativamente ao ano de 2013 - um aumento que se refletiu no orçamento da programação 2015/16, que ronda os 800.000 euros, disse a responsável.

Foto: CML/FMS

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