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Tiago Taron 

A exposição “A conta que Deus fez”, que reúne obras de com Alfredo Luz, Tiago Taron e Jorge Pé-Curto, é inaugurada na próxima quinta-feira, dia 25 de junho, na galeria de arte do Casino Estoril.

No total expõem-se 13 esculturas de Jorge Pé-Curto e 50 obras dos pintores Alfredo Luz e Tiago Taron, 25 cada um.
O diretor da galeria de arte, Nuno Lima de Carvalho, salientou que a mostra, apresenta “trabalhos de duas modalidades diferentes, a pintura e a escultura" que se "equiparam em aspetos positivos, [como] a modernidade e um certo humor e graça, que a arte muitas vezes proporciona”.

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Alfredo Luz 


Lima de Carvalho realçou a “originalidade temática e inegável valia estética” dos trabalhos apresentados.
Alfredo Luz apresenta “os seus acrílicos e uma paleta de cores suaves e raras”, disse a mesma fonte, que acrescentou: “A temática dos seus trabalhos obedece a um ciclo de fases em que o encanto está sempre presente com mensagens carregadas de simbologia e respeito pela natureza e pelos seres que a habitam, sobretudo os humanos”
Alfredo Luz dedica-se em exclusivo à pintura desde 1985, tendo já realizado 33 exposições individuais e participou em diversas coletivas, tanto em Portugal, como no Chile e na Bélgica.
Tiago Taron é, segundo Lima de Carvalho, “um neofigurativo que optou pela aguarela”. O pintor estudou Direito em Coimbra e iniciou-se na pintura no Círculo das Artes Plásticas de Coimbra, tendo, ainda, feito teatro. Exerceu advocacia durante 18 anos, nunca tendo deixado de pintar, atualmente, segundo a mesma fonte, “pinta todos os dias, tendo realizado já dez exposições individuais e participado em duas coletivas”.

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Jorge Pé-Curto 

O escultor Jorge Pé-Curto tem “uma imaginação muito fora do vulgar, originalíssima, em que cada peça é um sonho, um milagre de criatividade, seja no bronze ou na terracota, na madeira ou no ferro, com a tal marca de uma inegável originalidade e imaginação, que é irmã gémea do talento, e com ele se irmana para a criação daquilo a que chamamos arte”, realçou o responsável.
Jorge Pé-Curto cursou Escultura na Escola António Arroio, em Lisboa, e foi bolseiro da Fundação Gulbenkian. O artista plástico expõe na galeria de arte do Casino Estoril desde 1972, e segundo Lima de Carvalho, “faz parte de uma geração de escultores, que se têm distinguido, por uma grande criatividade e excelente qualidade e um humor muito próprio”.

Fotos: ES/FMS

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 Discoteca Amália - Teatro das Compras (2014)

 

Onze lojas da baixa pombalina de Lisboa, entre elas a Discoteca Amália, na rua Aurea, todas com características tradicionais e vestígios próprios de mais de um século de existência, são palco do “Teatro das Compras”, apresentando histórias criadas a partir das memórias de cada espaço.

Inserido no programa das Festas de Lisboa, o projeto “Teatro das Compras” vai dinamizar as lojas da baixa lisboeta até ao dia 27 de junho, com espetáculos entre 20 e 25 minutos, em que qualquer pessoa pode assistir e envolver-se de forma gratuita.
Barbearia Africana, Casa Macário, Conserveira de Lisboa, Discoteca Amália, Manteigaria Silva, Polycarpo, Sealuz, Soares & Rebelo, Tavares – Panos, Tricots Brancal e Restaurante Cervejaria Solmar são os 11 espaços comerciais da baixa lisboeta que servirão de palco ao projeto.
“Sentimos a preocupação de chamar a atenção para o comércio tradicional e, nomeadamente, para o património que estas lojas, algumas delas centenárias, representam para a cidade”, afirmou à agência Lusa a presidente da Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), Joana Gomes Cardoso, citada pela SIC Notícias.
A iniciativa vai apresentar 11 histórias dos autores Joana Bértholo, Afonso Cruz e João Tordo, que foram desafiados a “entrar dentro da loja, entrar na memória da própria loja e, a partir dos produtos que vendem, imaginar histórias”, informou o responsável pela direção artística do projeto, Giacomo Scalisi.
Entre os novelos de lã de todas as cores na Tricots Brancal ou o cheiro dos grãos de café na Casa Macário, os clientes destas lojas vão ser o público das 220 representações previstas, com 14 atores a recriarem as memórias destes espaços emblemáticos da cidade de Lisboa.
Atores, bailarinos e músicos dão corpo e voz a esses textos, transformando as lojas tradicionais em pequenos palcos onde se misturam funcionários reais e intérpretes e histórias reais e fictícias, contadas aos clientes habituais e aos espetadores do “Teatro das Compras”.

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 A assistir ao espetáculo na loja Tricots Brancal, Marta Bernardes, de 31 anos, natural do Porto e a residir em Lisboa há dois anos, considerou o projeto “muito interessante” por “trazer o teatro a um lugar onde não é o público de teatro, onde as pessoas são surpreendidas pela aparição dos textos e dos corpos dos atores, num lugar inesperado”.

“Há um transfundo político para além da questão poética e da diversão que sempre implica este trabalhar da memória e das possibilidades destas pequenas lojas, que ainda resistem em Lisboa”, disse à a espetadora, lamentando que esta “história viva da cidade” – os estabelecimentos tradicionais - comece a ser “vendida, desocupada, desmantelada” e que este património imaterial da humanidade fique “sem arquivo, sem lugar, sem espaço”.
O editor discográfico Manuel Simões (1917-2008) - http://fmsimoes.blogs.sapo.pt/771.html - inspirou a peça que João Tordo escreveu, e que é levada à cena na Discoteca Amália.

Esta é a sétima edição do “Teatro das Compras”, tendo a responsável da EGEAC explicado que o projeto “tem vindo a crescer, quer em termos das lojas que se associam - este ano foram 10 lojas e um restaurante -, quer em termos de público”.
Este ano, a novidade é que haverá um jantar espetáculo interpretado pelas personagens das várias peças, no Restaurante Cervejaria Solmar, dia 27 de junho, às 20:00.
Durante as duas semanas de teatro nas lojas da baixa, as 220 sessões disponíveis repartem-se em horários diferentes às quintas, sextas-feiras e aos sábados durante o dia.
“A EGEAC dispensa cerca de 25 mil euros em custos de produção para este espetáculo”, informou Joana Gomes Cardoso.

Fotos: Nacal/FMS

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