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Luísa Rocha estreia-se nos palcos polacos, atuando no Festival Sabores de Varsóvia, onde apresenta temas do seu repertório e do próximo álbum, até ao próximo domingo.

“Neste festival iremos apresentar alguns temas do meu primeiro álbum, ‘Uma noite de amor’, e irei incluir já fados do próximo, ‘Fado veneno’, que sairá no final deste mês em Portugal”, disse à Lusa a fadista, citada pel'A Visão.
“O nosso principal objetivo, nestas sucessivas atuações, é conjugar o fado com a gastronomia e dar a conhecer aos polacos parte do que temos de melhor na nossa cultura”, acrescentou Luísa Rocha.
Em Varsóvia, a criadora de “Dou-te um beijo” é acompanhada à guitarra portuguesa por Filipe Rebelo e, à viola, por Carlos Manuel Proença, que produziu os seus dois álbuns.
O novo álbum inclui, além de “Fado Veneno”, de Carlos Malato, gravado na melodia Fado do Porto, de José Joaquim Cavalheiro, “Quando chegar a hora”, de António Rocha, na melodia tradicional do fado Alexandrino, de Joaquim de Campos, entre outros.
A fadista Luísa Rocha começou a cantar, no Museu do Fado, em 2002, ensaiando com o fadista António Rocha. Nesse mesmo ano fez parte do elenco de uma casa de fados de Lisboa, Marquês da Sé, e, em 2005, participou no álbum “Fadário”, um projeto do musicólogo António Manuel Moraes.
Em 2008, fez parte do elenco de “Amália, o filme”, de Carlos Coelho da Silva, no qual interpretou a personagem da fadista Ercília Costa.
O seu primeiro álbum, “Noite de amor”, foi editado em 2011, conta com 12 temas, entre inéditos e recriações de fados dos repertórios de Carlos do Carmo, Maria José da Guia, Mariza e Vasco Rafael.
Entre os inéditos, há poemas de Mário Raínho, António Laranjeira, Paulo de Carvalho e músicas de Carlos Manuel Proença.

Foto: http://www.spielboden.at//FMS

 

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A gala da Sociedade Portuguesa de Autores realiza-se na segunda-feira, dia 25 de maio, no Auditório dos Oceanos, em Lisboa, com a entrega de diversos galardões em oito áreas artístico-culturais - Cinema, Artes Visuais, Rádio, Dança, Televisão, Literatura, Música e Teatro, sendo também entregues os prémios Vida e Obra e o de Melhor Programação Cultural Autárquica.

O Prémio Vida e Obra será entregue ao arquiteto Álvaro Siza Vieira, de 81 anos, que já recebeu o Prémio Pritzker, enquanto o Prémio para Melhor Programação Cultural Autárquica vai para a Câmara Municipal do Porto.

Em Música, o júri constituído por Jorge Salgueiro, Mafalda Arnauth e Miguel Ângelo vai escolher entre “Pesar o sol”, de Capitão Fausto, “Canto”, de Carminho, e “A vida secreta das máquinas”, de Rodrigo Leão, para Melhor Trabalho de Música Popular; e "UMinho”, de António Victorino d’Almeida, “Lídia”, de Luís Tinoco, e “Courage… to follow the way”, de Daniel Davis, para Melhor Trabalho de Música Erudita.
No Cinema, em que o júri é constituído por António Loja Neves, Jorge Leitão Ramos e Rui Tendinha, são atribuídos prémios em quatro categorias.
Para Melhor Filme estão nomeados “Cavalo dinheiro”, de Pedro Costa, “E agora? Lembra-me”, de Joaquim Pinto, e “A vida invisível”, de Vítor Gonçalves.
Em Melhor Argumento a escolha será feita entre Pedro Costa (“Cavalo dinheiro”), Tiago R. Santos (“Os gatos não têm vertigens”), e Vítor Gonçalves, Jorge Braz e Mónica Baptista (“A vida invisível”).
João Perry (“A vida invisível”), Pedro Inês (“Os Maias – Cenas da vida romântica”), e Nuno Melo (“Virados do avesso”) são os nomeados para Melhor Ator. As candidatas a Melhor Atriz são Maria do Céu Guerra (“Os gatos não têm vertigens”), Leonor Seixas (“Sei lá”), e Maria João Pinho (“Os Maias – Cenas da vida romântica”).
Nas Artes Visuais, distinguem-se duas categorias: Melhor Exposição de Artes Plásticas e Melhor Trabalho de Fotografia. Na primeira estão nomeadas “O peso do paraíso”, de Rui Chafes, “Objetos imediatos”, de Pedro Croft, e a instalação “Antes morta que burra”, de Ana Pereira Quiroga; na segunda, os trabalhos fotográficos “Antena2”, de André Príncipe, “The Passenger”, de Pauliana Valente Pimentel, e “Índios Mapuches”, de Armindo Cardoso. Nesta categoria são jurados Inácio Ludgero, José de Guimarães e Maria Gabriel.
Na área de Rádio, o júri constituído por Carlos Vaz Marques, Fernando Alvim e João David Nunes, escolhe o Melhor Programa, entre os nomeados “Linha avançada”, de José Nunes, Antena 3, “Fala com ela”, de Inês Meneses, na Radar, e “Tubo de ensaio”, de Bruno Nogueira e João Quadros, na TSF.
Na Dança também é atribuído só um prémio, o de Melhor Coreografia. O júri, formado por Claudia Galhós, Daniel Tércio e Maria José Fazenda, escolherá entre “De marfim e carne – as estátuas também sofrem”, de Marlene Freitas, “Play false”, de António Cabrita e São Castro, e “Território”, de Joana Providência.
Em Televisão o júri é constituído por António Loja Neves, Jorge Leitão Barros e Mário Figueiredo, e escolhe entre três categorias.
Para Melhor Programa de Informação, os nomeados são “Os europeus”, de Rebecca Abecassis, na SIC Notícias, “A entrevista de Maria Flor Pedroso”, na RTP 2, e “Edição da noite”, de Ana Lourenço, na SIC Notícias.
Em Melhor Programa de Ficção, os nomeados são “Belmonte”, com realização de António Borges Correia (TVI), “Sol de inverno”, realização de Patrícia Sequeira (SIC), e “Os filhos do rock”, realização de Pedro Vieira (RTP 1).
Finalmente, em Melhor Programa de Entretenimento, os nomeados são “O povo que ainda canta”, de Tiago Pereira (RTP 2), “História a História”, de Fernando Rosas (RTP África e RTP Internacional), e “A cantiga era uma arma”, de Joaquim Vieira (RTP 2).
Na área de Literatura estão previstas três categorias, sendo o júri constituído por Annabela Rita, Manuel Frias Martins e Natividade Pires.
Para Melhor Livro de Ficção narrativa estão nomeados “Biografia involuntária dos amantes”, de João Tordo, “Tudo são histórias de amor”, de Dulce Maria Cardoso, e “Noturno europeu”, de Rui Nunes. Em Melhor Livro de Poesia, os candidatos são “Escuro”, de Ana Luísa Amaral, “Um jardim abandonado que desbota”, de Luís Cláudio Ribeiro, e “Exercícios de humano”, de Paulo José Miranda. Para Melhor Livro Infantil os indigitados são ”Como o tempo”, de Isabel Milhós e Madalena Matoso, “Supergigante”, de Ana Pessoa e Bernardo Carvalho, e “Hoje sinto-me”, de Madalena Moniz.
O Teatro, com o júri constituído por Eugénia Vasques, Helena Simões e Jorge Lourenço, distribui três prémios.
Em Melhor Espetáculo, os nomeados são “Amor e informação”, encenação de João Lourenço, “Tropa fandanga”, de Pedro Penin, José Maria Vieira Mendes e André Teodósio, e “Um museu vivo de memórias pequenas e esquecidas”, de Joana Craveiro. Para Melhor Atriz estão nomeadas Sandra Faleiro, pelo papel em “O retrato de Dorian Gray”, Sara Carinhas, por “A farsa”, e Cristina Carvalhal, por “Nova Caledónia”. Em Melhor Ator, os candidatos são Pedro Gil (“Bovary”), Elmano Sancho (“Misterman”), e Pedro Almendra (“Al mada nada”).
A gala será apresentada por Catarina Furtado e Virgílio Castelo e conta com participações musicais de Rodrigo Leão, António Chainho com Sara Tavares, Capitão Fausto e o Grupo de Cantares do Redondo.

No Dia do Autor Português, dia 22 de maio, a SPA, que celebrou o seu 90.º aniversário, distinguiu também diversas personalidades e instituições com a Medalha de Honra da SPA, as Medalhas Pró-Autor, e o Prémio de Consagração de Carreira a José Luís Tinoco.

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Arquiteto de formação - licenciado na Faculdade do Porto -, pintor, poeta e músico, José Luís Tinoco nasceu há 82 anos, e é autor, entre outras canções, de "No teu poema" e “Madrugada”, com a qual Duarte Mendes venceu o Festival RTP da Canção, em 1975.
Tinoco integrou a geração inicial do Hot Club de Portugal, tendo sido pianista do primeiro grupo a atuar regularmente com o saxofonista Jean-Pierre Gebler. Expôs na Fundação Gulbenkian e no Palácio Galveias, em Lisboa, onde apresentou retrospetivas da sua pintura, e manteve uma relação assídua com os Correios de Portugal, para os quais assinou várias séries filatélicas.
Na arquitetura assinou uma moradia no Restelo, em Lisboa, indigitada para o Prémio Valmor, na década de 1950, assim como projetos públicos e habitacionais em diferentes localidades do país, destacando-se o plano de urbanização do Bairro do Rego, em Lisboa, cuja versão original acabaria por não ser cumprida.
As Medalhas de Honra da cooperativa foram entreguies ao compositor e músico António Pinho Vargas, ao fadista Carlos do Carmo, que cantou algumas composições de José Luís Tinoco, como “No teu poema” e “O amarelo da Carris”, ao ator e encenador João Mota, ao jornalista Joaquim Furtado, ao escritor José Luandino Vieira, ao historiador José Pacheco Pereira, ao músico Júlio Pereira e à divulgadora cultural Maria João Seixas.
As Medalhas Pró-Autor foram entregues à Biblioteca Nacional de Portugal, à Biblioteca da Universidade de Coimbra, ao Cante Alentejano, à Casa da Música, à Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, ao Lisbon & Estoril Film Festival, ao programa da RTP2 “Literatura agora”, e ao Festival Curtas, de Vila do Conde.

Fotos: idealista.pt/jnpdi.blogspot.com/FMS

 

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