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Kiko atua no Centro Cultural de Belém

por FMSimoes, em 26.02.15

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O fadista Kiko, vencedor do Grande Prémio de Fado RTP/Rádio Amália em 2013, atua na sexta-feira, dia 27 de fevereiro, às 21:00, no pequeno auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, no âmbito do ciclo “Há Fado no Cais”, realizado em parceria com o Museu do Fado.

O fadista, que atuou nas duas edições do Festival “Aqui Mora o fado”, no bairro lisboeta de Alfama, é acompanhado à guitarra portuguesa, por Ricardo Parreira, à viola, por Nelson Aleixo e, à viola baixo, por Fernando Araújo.
Entre os temas do seu repertório registam-se "Adeus, rei sem coroa", de Carlos Bessa, na música do fado João Maria dos Anjos, “Minha Caxinas”, de Carlos Bessa, na marcha de Manuel Maria, de Manuel Maria Rodrigues.
Kiko, de 15 anos, começou a cantar em 2009 elogo no ano seguinte editou um CD de canções, intitulado “Recordações”, e em 2011 gravou o CD de fado, “Sonho de um Fadista”.

Foto: CCB/FMS

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Tristão da Silva Júnior, de 67 anos, com mais de 55 de carreira artística, é homenageado na quarta-feira, dia 25 de fevereiro à noite, no Chapitô, em Lisboa, na Costa do Castelo, no âmbito do espetáculo “Descansem em paz (mortos, pesam mais)”.

O Chapitô afirma que se trata de um “espetáculo de café-concerto”, da autoria de Flávio Gil e Paulo César, que fazem parte do elenco, ao lado de Milou Amaral.
“Uma sátira de humor negro onde a brincar, se tratam coisas sérias e, como sempre, se homenageará uma figura do mundo do espetáculo”, afirma a associação.
Em declarações à Lusa, citadas pelo Observador, Tristão da Silva Jr. afirmou que esta homenagem, “organizada por um grupo de amigos, foi uma agradável surpresa”.
Referindo que está “praticamente retirado”, o artista disse que aceitou este convite numa altura em que ainda canta bem.
“Quis fazê-lo numa altura em que continuo a cantar bem, para que o público que, durante mais de 55 anos me tem ouvido e aplaudido, fique com uma imagem favorável a meu respeito”, afirmou.
“São já muitos anos de vida artística, com tudo o que isso implica: noites perdidas, dias longe da família, etc.”, acrescentou.
Para o futuro, o fadista afirmou não ter planos, e referiu que ainda recentemente recusou duas atuações, uma no Luxemburgo e outra em Benguela, no sul de Angola.

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Tristão da Silva Júnior, filho do fadista e cançonetista Tristão da Silva (1927-1978), iniciou-se no fado ainda menino e, aos 10 anos, estreou-se na televisão, protagonizando as tardes infantis.

O ano de 1964 é apontado pelo artista como o início oficial da carreira, com a gravação do primeiro disco, para a etiqueta Alvorada.
Ao longo da carreira gravou “mais de duas dezenas de discos e atuou em inúmeras casas de fado e casinos, de Portugal, tendo também pisado palcos famosos em Espanha, França, Inglaterra, Canadá, Estados Unidos, Brasil e Angola”, disse à Lusa fonte do Chapitô.
Segundo a mesma fonte, o fadista português partilhou palcos com Charles Aznavour, Gilbert Bécaud, Roberto Carlos, Julie Andrews e Louis Armstrong, entre outros.
Devido a um acidente de viação, interrompeu a atividade artística, mas, em 1999, regressou aos palcos. Em 2004 gravou o álbum “Lisboa Tejo e Céu”.

Foto: http://tristaodasilvajr.blogspot.pt/FMS

 

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