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A guitarrista Marta Pereira da Costa, distinguida este ano com o Prémio Amália para Melhor Instrumentista, apresenta-se na quinta-feira, às 23:00, no Casino da Figueira da Foz, no primeiro concerto desde a atribuição do prémio.
Este é o “primeiro grande recital” desde que foi distinguida pela Fundação Amália Rodrigues, um galardão que a guitarrista considera "um incentivo para mostrar" a sua paixão pela guitarra portuguesa e, como disse à Lusa, para “melhorar e evoluir”.
“Fiquei felicíssima quando soube, mas ao mesmo tempo um pouco assustada. Não estava de todo à espera de receber [o Prémio] já, mas fiquei contente por repararem no meu trabalho e esforço destes últimos dois anos, mas há muitos guitarristas na praça que tocam muitíssimo bem e têm muita experiência”, afirmou.
No palco figueirense, Marta Pereira da Costa, na guitarra portuguesa, irá apresentar-se acompanhada por Carlos Leitão (viola e voz), Paulo Paz (contrabaixo), Ricardo Mendes (violino) e Sandra Correia (voz).
Esta é a segunda vez que toca acompanhada por violino, experiência que fez em março passado, num concerto no auditório Nossa Senhora da Boa Nova, no Monte Estoril, e que “correu bem”.
“Eu gostei muito da ligação do violino com a guitarra portuguesa, não é uma coisa nova, mas identifiquei-me muito com a sensibilidade do Ricardo Mendes a tocar e já temos feito experiências, daí voltarmos a tocar juntos”, disse, tendo acrescentado que um dos temas que resulta “muito bem”, com os dois instrumentos, é o “Fado Lopes”, de José Lopes.
Neste recital, com entrada gratuita, Marta Costa Pereira irá, entre outras, apresentar três composições de sua autoria “Minha Alma”, “Terra” e “Viagem”.
“Irei também tocar peças das minhas grandes referências, que são Carlos Paredes, Jaime Santos, Armandinho e José Fontes Rocha, que conheci”, acrescentou.
“É muito graças a ele [Fontes Rocha] que eu toco com esta alegria e com este empenho, ele transmitia esta paixão pela guitarra portuguesa e pela música, era cativante e aprendi muito com ele, no Clube de Fado”, disse.
De Carlos Paredes irá interpretar, entre outras peças, como “Dança” e “Música Palaciana”, a rapsódia “Lisboa e o Tejo”. “Esta rapsódia abre com uma introdução minha, na sonoridade Carlos Paredes. Pego um pouco nos ‘Verdes Anos’, passo por outros temas seus menos conhecidos, e termino novamente com os ‘Verdes Anos’”, explicou.
A guitarrista toca há treze anos, “mas de uma forma mais séria há cerca de três anos”, desde quando acompanhou o fadista Rodrigo da Costa Félix na gravação do CD “Fado Amor”, editado em 2012.
“Quando entrei em estúdio não sabia bem tocar um fado sem ser acompanhada, mas, desde aí, tenho-me aperfeiçoado. O facto de termos feito uma digressão ajudou muito, deu-me experiência. E frequentei cursos”, afirmou.
Desde então tem atuado no Canadá, Estados Unidos, onde foi surpreendida com a distinção da Fundação Amália, Suíça, Espanha, Holanda, entre outros.
Marta Pereira da Costa faz já planos para gravar aquele que será o seu primeio álbum a solo, mas ainda não entrou em estúdio, nem tem datas agendadas.
"Quero fazer tudo com muito calma, sem pressas. Quero algo muito bem feito, refletido", concluiu a guitarrista, sem adiantar pormenores.

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Rodrigo Leão, Jorge Palma e Gisela João, entre mais de 14 artistas, constituem o cartaz do Festival Misty que decorre na primeira quinzena de novembro em Lisboa e em oito outras localidades, num total de 28 concertos em 11 salas.
O cartaz é constituído por Rodrigo Leão, que participa desde a primeira edição, pelo Kronos Quartet, Joan as Police Woman, Buika, que já colaborou com Mariza, a atriz e cantora Maria de Medeiros, o maestro Rui Massena, que se apresenta como pianista, a fadista Gisela João, este ano distinguida com o Prémio José Afonso, Jorge Palma, Patxi Andión, os Couple Coffee, Celina da Piedade, Patricia Bastos, Lura, Olavo Bilac e Pierre Aderne.
O Festival abre no dia 04 de novembro em Lisboa, onde se divide por três palcos, Centro Cultural de Belém (CCB), Fundação Calouste Gulbenkian (FCG) e Cinema S. Jorge.
Além de Lisboa, o Misty acontece em Sintra, nas Caldas da Rainha, Figueira da Foz, Coimbra, Aveiro, Espinho, Porto, Vila do Conde e Braga.
Maria de Medeiros abre o Festival no CCB no dia 04 de novembro. A atriz de “Henry & June” apresenta o seu mais recente CD, “Pássaros eternos”, que “prossegue no seu muito particular caminho musical, entre ‘chansons’ e bossas, tangos e jazz, pop e algo mais com toques de África”, afirma a produtora Uguru que organiza o festival.
Depois de Lisboa, Maria de Medeiros atua no Porto, na Casa da Música, no dia 05, no Teatro Aveirense, em Aveiro, no dia seguinte, e no Centro Cultural e de Congressos da Caldas da Rainha, no dia 09.
No CCB, atuam ainda Joan as the Police Woman, no dia 05, Jorge Palma e Patrícia Bastos no dia seguinte, Rodrigo Leão no dia 07, Buika, no dia 09 e Rui Massena no dia 10, que apresenta no Misty, “em estreia absoluta o seu primeiro trabalho enquanto compositor e pianista, ‘Solo. Um palco, um piano e um homem”, segundo a Uguru.
Além de Lisboa, o maestro titular da Orquestra Clássica da Madeira apenas se apresenta no palco da Casa da Música, no dia 13.
Ainda em Lisboa, o Kronos Quartet, a celebrar 40 anos, atua no dia 11 de novembro na FCG, sendo este o único concerto desta formação e também o único do Festival, cujo cenário é a Gulbenkian.
A capital recebe também Patxi Andión, no Cinema S. Jorge no dia 06, Olavo Bilac que canta com Cati Freitas, no dia 07, e Lura, numa homenagem a Cesária Évora, que acontece no dia 08. Também dia 08 e neste cinema atuam os Couple Coffee.
Em Aveiro, além de Maria de Medeiros, no âmbito do certame, atua apenas Patxi Andión, no dia 08. Andión apresenta em Portugal o seu novo disco “Cuatro Días de Mayo”, que foi gravado ao vivo em Portugal em maio de 2011 na Guarda, Figueira da Foz, Lisboa e no Porto.
A espanhola Buika, apresenta o seu novo trabalho “La Noche más larga” em Lisboa, no dia 09, e no Porto, no dia seguinte.
Em Braga, o palco do Festival é o Theatro Circo, e abre no dia 06 com Gisela João. A fadista distinguida o ano passado com o Prémio Amália Revelação atua ainda no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz, no dia 07, e nas Caldas da Rainha no dia seguinte.
Na capital minhota atua também Joan as Police Woman, no dia 07, que neste Festival apresenta o seu novo álbum, “The Classic”. Além de Braga, Figueira da Foz e Lisboa, a norte-americana apresenta-se na Casa da Música, no dia 06.
Espinho no âmbito do Festival recebe apenas um espetáculo, no auditório local, no dia 08, o da brasileira Patrícia Bastos, já com cinco álbuns editados, o mais recente, “Zulusa”, recebeu o Prémio para o Melhor Álbum da Música Brasileira deste ano.
Coimbra também recebe apenas um espetáculo, o de Celina da Piedade que atua no 13, no auditório do Conservatório. A acordeonista apresenta o seu segundo disco a solo “O Cante das Ervas”, assim como Sintra, onde no Olga Cadaval, a encerrar o Festival no dia 14, atua o brasileiro Pierre Aderne que apresenta o seu novo disco, "Caboclo", gravado entre Lisboa e Nova Iorque.
Rodrigo Leão realiza dois concertos, um em Lisboa, no dia 07 e outro no Porto, no dia 11, tendo como convidado especial o fadista Camané e apresentando o seu novo espetáculo “Espírito de um País”.

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