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Rodrigo Leão foi distinguido pela American Society of Composers, Authors and Publishers (ASCAP), com o American Film and Television Award.
O prémio é o reconhecimento pela composição da banda sonora do filme "O Mordomo", do realizador norte-americano Lee Daniels.
A banda sonora valeu ao compositor uma candidatura para as nomeações aos Óscares, no final do ano passado, mas não chegou às nomeações finais.
O músico, que fez parte do grupo Sétima Legião, foi distinguido no passado dia 10 de junho, pelo Presidente da República, com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
Rodrigo Leão, de 50 anos, tem assinado outras bandas sonoras, nomeadamente da série televisiva de ficção “Equador” e a documental “Portugal – Um Retrato Social”.
O músico que também fez parte do núcleo original dos Madredeus, editou o primeiro álbum em nome próprio, “Ave Mundi Luminar”, em 1993, com os Vox Ensemble.
Até à atualidade, o Rodrigo Leão gravou cerca de uma dúzia de álbuns, incluindo a compilação “O Mundo” e o duplo CD “Songs”, de canções entre 2004 e 2012.
Entre outros músicos, Rodrigo Leão colaborou já com Scott Matthew, Thiago Petit, Melingo, Rosa Passos, Adrina Calcanhotto, Ludocio Einaudi e Ryuchi Sakamoto.

Foto: DR/FMS

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A associação Fado ao Centro apresenta no dia 27, na Figueira da Foz, o seu primeiro álbum de originais, em que dedica três temas a Inês de Castro, não esquecendo a intervenção social do Fado de Coimbra.
O álbum, intitulado "Mensagens" e que será apresentado no Casino Figueira, é composto por 14 temas, interpretados por seis elementos da Fado ao Centro e por quatro músicos convidados.
O objetivo deste primeiro álbum de originais, depois da edição de dois trabalhos em torno de clássicos do Fado de Coimbra, "é a renovação do repertório" deste género musical, explicou João Farinha, membro da associação.
No álbum estão presentes três canções dedicadas "à temática inesiana", um deles em que se interpreta o poema "Fado Inês", José Carlços Ary dos Santos, falecido há 30 anos, referiu João Farinha, explicando que o tema de Inês de Castro "tinha sido esquecido pelo Fado de Coimbra".
Também são musicadas obras dos poetas Eugénio de Andrade e Fernando Pessoa, assim como de autores vivos, nomeadamente João Rasteiro e Paulino Mota Tavares.
A atualidade também estará presente no trabalho da Fado ao Centro, nos temas "Assim fala o povo" e "Fado de um lamento", temas em que se aborda "a dificuldade da juventude em conseguir o seu primeiro emprego e a possibilidade de terem que emigrar", disse João Farinha.
Segundo o artista, o álbum procura "uma visão do Fado de Coimbra moderno", em que surge uma "maior preocupação nos arranjos" e se adotam "melodias que não estão no padrão clássico" do género.
O grupo vai começar por promover o álbum no estrangeiro, estando agendada uma digressão por Suíça, Espanha, França, Áustria e Brasil, durante o verão.
João Farinha avançou ainda que a associação pretende continuar o trabalho de criação de originais e procurar "a fusão com outros estilos musicais".

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