Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]






Joana Amendoeira atua nos dias 05 e 06 de dezembro na Suécia, onde apresentará vários temas que têm marcado o seu repertório, como “Olhos garotos”, uma criação de Lucília do Carmo, e “Na ilusão de uma saudade”, de sua autoria.

Acompanhada por Pedro Amendoeira, na guitarra portuguesa, Rogério Ferreira, na viola, e Frederico Gato, no baixo acústico, Joana Amendoeira atua quinta-feira no Centro Cultural de Lulea e, no dia seguinte, no Capitol de Estocolmo. No concerto na capital sueca, o pianista Filipe Raposo junta-se aos músicos.

“Sétimo Fado” é o mais recente álbum da fadista que, entre outros registou os temas “Plantei um cravo a janela I”, “Eu quis demais”, “Senhora do Tejo”, “Simplesmente” e “Loucos”.

Em 2009, a fadista recebeu o Prémio Amália Melhor Álbum com “Joana Amendoeira & Mar Ensemble”.

Joana Amendoeira - http://joanaamendoeira.blogspot.pt/ - ganhou a Grande Noite do Fado do Porto em 1995 e tem apostado numa carreira de compromisso "entre a tradição e a modernidade", considerando, segundo disse à Agência Lusa, que é essencial "dar a cada um dos fados tradicionais um cunho e estilo" pessoais, mas também "criar novos fados".

Para a fadista "há que entender o fado numa evolução natural que passa pela tradição, caminhando nos dias de hoje com as preocupações do presente".

Joana Amendoeira canta regularmente no restaurante Senhor Vinho - http://www.srvinho.com/ -.


Fotografia: Jorge Simão

Autoria e outros dados (tags, etc)

Mísia afirma que o seu novo álbum, “Delikatessen - Café Concerto”, é “um menu fantástico de canções, que têm um toque bastante kitsch e cinematográfico”, que inclui dois fados, e qualifica-o de “um milagre”, graças ao apoio conseguido através da rede social “facebook”.

O álbum apenas um tema inédito, “Rasto do infinito”, de Tiago Torres da Silva e Miguel Ramos, e várias canções, em espanhol, francês e português, entre elas, uma homenagem a Tony de Matos, de cujo repertório canta "Só nós dois é que sabemos".

Mísia afirmou estar “muito orgulhosa” do álbum, porque ele “significa que em tempos de crise se viu o coração das pessoas, pois foi adotado através do ‘facebook’”, segundo a Notícias ao Minuto.

“Eu pus este álbum em adoção na minha página do ‘facebook’ - https://www.facebook.com/misia.fado?ref=ts&fref=ts -, onde escrevi quem queria adotar uma canção, e disse mesmo, 'preciso de pais e mãe adotivos', e para espanto meu comecei a ter transferências de pessoas que nunca tinha visto para a minha conta bancária, foi uma coisa maravilhosa, e pagou um quarto do disco”, contou.

“Eu nunca pensei tanta adesão”, reconheceu a cantora que prefere esta forma de cativação financeira a outras como o “call funding”, que qualificou como “mais impessoal”.

Justificando a adesão dos “misianos”, pessoas que seguem atentamente a sua carreira, no apoio à produção do álbum, Mísia afirmou: “as pessoas sabem que eu não minto, que é tudo verdade, faço tudo de forma muito autêntica”.

 

 

 

“Este é mesmo um disco da crise, pois até os artistas convidados participaram graciosamente”, asseverou.

Neste álbum Mísia recria canções como “Cha, cha, cha em Lisboa” (Artur Ribeiro/Ferrer Trindade), e registam-se as participações especiais de Iggy Pop, The Legendary Tiger Man, Melech Mechaya, Dead Combo, Ramón Vargas e Adriana Calcanhoto.

“Cada um dos convidados resultou de cruzamentos, artistas com os quais partilho universos, de quem gosto, que conheço”, disse.

No álbum “só há dois fados, um que canto à Piazzola, o  "Fado do Ciúme’, do repertório de Amália Rodrigues, e 'Rasto do infinito’ que canto como se fosse música barroca”.

O tema "Rasto Infinito” será “o início de uma boa colaboração com Tiago Torres da Silva, que se inspirou num altar com muitos santos que tenho em casa, apesar de ser agnóstica”, contou.

Entre os vários temas escolhidos, Mísia destacou o que interpreta com Iggy Pop, “Chanson d’Hélene”, a única canção que adotou. Este tema foi originalmente interpretado por Romy Schneider e Michel Piccoli no filme “Les choses de la vie” (1970).

Da área cinematográfica surgem outros temas, como “Agua que nos has de beber” que Sarita Montiel interpretou no filme “La Violetera” (1958).

Do alinhamento de “Delikatessen - Café Concerto” faz parte “Estación de Rossio”, canção que Juanita Cuenca interpretou como “atração internacional” na revista “Agora é que são elas”, que esteve em cena no Teatro Capitólio, em Lisboa, em 1953.

Trata-se de “um disco de interior de cabaret, que nasceu num momento de medo da crise, dos resultados da crise”.

Mísia já apresentou este álbum em Espanha, nomeadamente no El Molino, em Barcelona, e em El Ejido, na província andaluza de Almeria - http://www.almeria24h.com/noticia.php?noticia=21080 -.

Foto: C.B. Aragão

Autoria e outros dados (tags, etc)


Pág. 8/8



Bem-vindo


Parcerias


Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D

Visitas

Flag Counter